Depois de uma semana de interregno, a equipa editorial do VideoGamer Portugal volta a reunir-se neste espaço de fim de semana para partilhar com os seus leitores os jogos aos quais dedicou algum do seu tempo nos últimos dias. Antes disso e como é habitual, fiquem com a resenha do que de mais importante se publicou por estes lados ao longo desta semana.

Logo na segunda-feira, a semana começou com a análise de Pedro Marques dos Santos a Left Alive, o recente spin-off da série Front Mission que, como provavelmente já saberão, apresentou a candidatura a um dos maiores desastres do ano, enquanto Pedro Martins aproveitou para escrever algumas linhas sobre o seu tempo passado com o serviço PlayStation Now desde a sua recente chegado ao mercado nacional.

Na quarta-feira, o mesmo autor publicou o seu veredito final em relação a We. The Revolution, um título de aventura que coloca os jogadores na pele de um juiz em plena revolução francesa com um bom grau de eficácia. Por sua vez, Filipe Urriça analisou o capítulo de estreia de Yoshi na Nintendo Switch, mostrando-se agradado com a experiência proporcionada por Yoshi's Crafted World.

Finalmente, Pedro Marques dos Santos encerrou a semana com mais duas análises. Na quinta-feira, o autor escreveu pela última vez uma análise a um episódio de The Walking Dead protagonizada por Clementine, uma vez que chegou agora ao fim The Walking Dead: The Final Season. Já na sexta-feira, foi Degrees of Separation, obra de puzzles cooperativos, a ser esmiuçada pelo redator. 

Sem mais demoras, fiquem com as obras que a equipa decidiu destacar esta semana.

Pedro Martins, Diretor de Conteúdos - The Messenger, PS4

The Messenger não é propriamente uma novidade no mundo dos videojogos, mas como as versões PC e Swicth me passaram ao lado, nos últimos tempos tenho aproveitado a sua chegada à PlayStation 4 para desfrutar do título que foi considerado o jogo de 2018 para Filipe Urriça.

Sem grande surpresa, a versão para a consola da Sony do jogo de plataformas é excelente. Não só o design dos níveis é inspirado, como a quantidade e a diversidade de habilidades para desbloquear ajuda, pelo menos para já, a que a jogabilidade tenha tanto de refinada como de diversificada.

Provavelmente já sabem por esta altura, mas The Messenger apresenta um estilo gráfico retro, contudo, em vez de se limitar a estampar o que era o máximo técnico na década de oitenta, a Sabotage edifica sobre isso, colocando à frente do jogador cenários que vão beber a fontes antigas, mas que são apresentados com efeitos e uma direção bem atual.

Durante o tempo que dediquei à versão PlayStation 4 senti que não é propriamente um título que guie o jogador pela mão, mas ainda não encontrei momentos à altura do desafio proposto por Ninja Gaiden. Com base nesta experiência é bastante simples: se ainda não o compraram no PC ou na Switch, The Messenger é agora um título facílimo de recomendar na sua nova casa.

Pedro Marques dos Santos, Redator - Sekiro: Shadows Die Twice, PS4

Como tantos outros jogadores nos últimos tempos, as minhas mais recentes estadias na PlayStation 4 têm sido passadas a ser absolutamente destruído por Sekiro: Shadows Die Twice, a nova propriedade intelectual e o mais recente título da From Software, produtora que assinou as obras da série Souls e Bloodborne. Certamente não precisarão que vos diga que Sekiro é efetivamente um jogo exigente, pelo que opto por fazer um ponto da situação no meu progresso pela campanha.

Depois de várias horas deitadas fora numa tentativa até ao momento infrutífera para derrotar Lady Butterfly - que demorei demasiado tarde a perceber que era um Boss opcional -, tenho lentamente, mas a um ritmo seguro progredindo pelas terras de Ashina. Com mais ou menos trabalho para derrotar os Mini Bosses que vão surgindo pelo caminho e que requerem mais do que um Deathblow para serem mortos, cheguei agora ao que parece ser o meu primeiro principal obstáculo: a batalha com Gyoubu.

Ainda há procura da melhor estratégia para evitar os seus ataques de longo alcance e entregues a alta velocidade a topo do seu veloz cavalo, espero não ficar tanto tempo preso neste obstáculo como ficou com Lady Butterfly. É esperar para ver. 

Filipe Urriça, Redator - Captain Toad: Treasure Tracker, Switch

Este fim de semana vou ter que dedicar algum do meu tempo a algumas das novidades Nintendo Switch. Entre eles, inclui-se também o destaque de hoje: Captain Toad: Treasure Tracker - Special Episode. Não é um jogo novo, mas um novo conjunto de níveis que se vão juntar ao muito bom título que é Captain Toad: Treasure Tracker.

O que importa reter é que Special Episode traz a mesma lógica de design da obra original. É mais um conjunto de níveis que demonstra a qualidade de Treasure Tracker, tal como os seus defeitos. Os níveis demasiado longos são os menos conseguidos, mas se gostam de bons desafios, Special Episode continua a ser uma boa escolha.

Outro dos pontos que vale a pena mencionar sobre este Special Episode é que ainda é melhor quando jogado a dois: um com Captain Toad e o outro com Toadette. Não é só do desafio proposto que este título sobrevive, mas também da diversão partilhada com um amigo ao nosso lado.

Continuem a conversa nos fóruns VideoGamer!