por - Mar 25, 2019

Algumas sugestões para o sucesso da Nintendo NX

Matemática – Esta é a melhor maneira de descrever a semana que agora termina. A Microsoft e a Sony a usarem as estatísticas a seu favor para destacarem o que foi conseguido pelas duas novas consolas em solo americano e, obviamente, os números revistos pela Nintendo sobre as vendas das Wii U e 3DS até ao final do trimestre.

Costuma-se dizer que os números não mentem e neste caso ilustram bem o entusiasmo dos jogadores face à geração de consolas que comporta a PlayStation 4, Nintendo Wii U e Xbox One. 2014 só agora e começou e ameaça transformar-se num ano decisivo: a Nintendo terá que fazer algo para sair desta situação, enquanto a Microsoft e Sony terão que tomar medidas para impor as suas máquinas e tentar que se comece a criar uma décalage entre as duas.

E o melhor é que os jogadores poderão assistir aos desenvolvimentos na primeira fila.

Pedro Martins, Diretor de Conteúdos – Broken Age, PC

4311_1_053c3a6779.jpg

Curiosamente, nos últimos sete dias dediquei o meu tempo a dois géneros que estão longe de albergar os jogos mais vendidos do ano. Com Dr. Luigi fui convidado a desfrutar de puzzles que fazem lembrar, além do óbvio Dr. Mario, Tetris e Puyo Puyo. É verdade que não ficará como o jogo que revitalizou a fórmula ou género, porém, enquanto o novo modo Operation L deixa algo a desejar, o Germ Buster tem a aura de sorvedouro de horas livres.

Todavia, deixem-me destacar o primeiro ato de Broken Age, o regresso de Tim Schafer às aventuras gráficas depois da sua casa, a Double Fine, ter angariado mais de três milhões através da campanha que fez no Kickstarter. Não é a melhor obra do género em que está inserida, mas não deixa de ser recomendável, sobretudo aos amantes das aventuras gráficas que nos últimos anos têm atravessado um deserto.

A escrita é inteligente, tem toadas de humor e a arte gráfica é sublime. Ainda que o desafio não seja de enaltecer, cumpre os requisitos e oferece um quarteto de horas absorventes. Tal como escrevi na análise: Da terra das aventuras gráficas, com amor.

Filipe Urriça, Redator – Animal Crossing: New Leaf, Nintendo 3DS

Animalcrossingnewleaf.jpg

Nestes últimos tempos mal consigo estar tempo suficiente em casa para poder mergulhar em longas sessões no PC ou nas minhas consolas. A solução? A minha 3DS acompanhada de Animal Crossing: New Leaf, que é perfeito para pequenos intervalos de diversão.

É incrível que com aproximadamente quarenta horas acumuladas de jogo tenho a sensação de ainda não ter chegado ao cerne da experiência de Animal Crossing: New Leaf – ainda há alguns dias é que construí a minha Dream Suite. Sem dúvida um dos melhores exclusivos da pequena portátil da casa de Quioto.

O VideoGamer Portugal deseja-vos um bom fim de semana.

António Farracho, Redator – Nidhogg, PC

4312_4_4695607014.jpg

Como poderão ter percebido a partir do fluxo de artigos relacionados com este jogo, a minha semana foi preenchida por várias horas no pseudo-simulador de esgrima criado por Mark Essen, produtor com o qual tivemos a oportunidade de conversar.

Depois de já ter dominado grande parte das técnicas envolvidas no combate, tenho-me dedicado a tentar obter vitórias esmagadoras contra os meus adversários no modo multijogador Offline, componente que parece oferecer uma diversão inesgotável. Em poucas horas, não tenho dúvidas de que este se tornou no meu party game predilecto, que vai continuar a marcar as visitas dos meus amigos cá a casa.

Comentários

0 Comments
Inline Feedbacks
View all comments