Fazer uma lista com os melhores do ano é criar algo pessoal, por isso, muito subjectivo. A minha lista não é igual à do Pedro Martins, nem à do Pedro Marques dos Santos. Pessoalmente, 2017 foi o ano em que acompanhei a Nintendo Switch de perto, visto ter sido o ano da sua estreia. Assim, a minha lista é essencialmente constituída por títulos presentes na consola híbrida. 

Foi um ano de estreia excelente para a consola da casa chefiada por Tatsumi Kimishima. E essa excelência foi principalmente conseguida pelos jogos The Legend of Zelda: Breath of the Wild e Super Mario Odyssey, duas obras que fazem os consumidores comprar consolas. Não obstante, Xenoblade Chronicles 2, Splatoon 2 e Snipperclips foram grandes entradas na Nintendo Switch, obras que estabeleceram a viabilidade de atiradores na terceira pessoa, o multijogador online e local, assim como os role playing game japoneses. 

Não foram poucos os produtores, nomeadamente os independentes, que olharam para a Switch como uma nova plataforma a ser explorada com os seus trabalhos. Das grandes produtoras, a Bethesda foi a primeira a lançar-se à Switch com dois títulos e com um outro a ser lançado no próximo ano. Por isso, foi possível observar um esforço no sentido de crescimento contínuo de obras a serem lançadas, pelo menos no serviço digital Nintendo eShop, para aproveitarem os recentes jogadores que procuram algo para jogar na sua recém adquirida consola. É por isso que excluí muitos títulos que já tinham sido lançados no ano passado ou há mais tempo, como é o caso do excelente The Elder Scrolls V: Skyrim no qual ainda continuo investido nas suas grandes aventuras. Também poderiam ter feito parte desta lista Stardew Valley, Shovel Knight: Treasure Trove, Mario Kart 8 Deluxe, Thumper ou Cave Story+. 

É com pena minha que não posso ter uma opinião fundamentada sobre grandes jogos que foram aclamados pela crítica. Não posso ter uma opinião sobre o jogo da Atlus que já deu muito que falar, Persona 5. Não pude experimentar um dos jogos que mais curiosidade tive em experimentar, What Remains of Edith Finch. Nem pude jogar o título da Ninja Theory Hellblade: Senua's Sacrifice, que muitos o classificaram como um jogo “AAA independente”. Perdi muito, mas também sinto que tive sorte em poder jogar The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey ou Splatoon 2. Foi um ano em cheio e duvido muito que vejamos 2018 com tantos títulos desta qualidade. A não ser que aconteça um milagre e possamos ter Bayonetta 3, Pokémon na Switch e Metroid 4 tudo no mesmo ano. 

A lista que se segue são dos melhores títulos que joguei na 3DS e na Switch (apesar de um deles ter jogado no PC), se têm uma destas consolas, recomendo-vos cada um deles. 

Imagens Top 10 2017 Filipe

Classificação VideoGamer Portugal - 7/10

Sim, dei uma nota de 7 em 10 a 1-2-Switch e não foi por isso um dos jogos para multijogador local que menos horas investi. Além de salientar as capacidades do hardware da Nintendo Switch, é um excelente party game para reunir amigos à volta da televisão. Uma das principais falhas da Nintendo, em relação ao jogo, foi não o ter incluído em todas as embalagens da consola Nintendo Switch. 

Foi com 1-2-Switch que fiquei a conhecer as capacidades dos Joy-Con, nomeadamente a vibração que denominam de “alta definição”. Uma afirmação que posso fazer é que este par de comandos tem uma sensibilidade muito maior que até consegue simular bolas a rolar dentro de uma caixa. Também os controlos por movimentos podem ser efectuados em vários minijogos, onde um até nos deixava empunhar os Joy-Con como se fossem espadas. 

Seja qual fosse o minijogo eleito para uma noite de risos, reinava a boa disposição. Foi um jogo que dei por mim a jogar muitas mais vezes partidas multijogador do que muitos outros que tenho no meu catálogo. Este foi, sem dúvida, um ano que ficou marcado por esta peculiaridade: muitos títulos foram pensados para o multijogador local e mesmo aqueles que não tinham este elemento integral da Nintendo Switch, foram trabalhados no sentido de oferecer esta dimensão de jogo. 1-2-Switch não foi só um pioneiro do multijogador local na consola, como serviu de exemplo de como se fazer um jogo mais social, não com o headset a falar com uma pessoa no outro canto do mundo, mas a olhar e conversar com uma pessoa mesmo à nossa frente. 

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Classificação VideoGamer Portugal - 8/10

Os RPG ocidentais esqueceram-se que podem ser divertidos e virados para a comédia, entregando-nos mundos totalmente devastados por uma catástrofe natural em que o homem é colocado à mercê da natureza. Felizmente houve dois lançamentos em plataformas Nintendo que nos relembraram que não há mal nenhum em adoptar um lado mais mais humorístico, sem esse tom tão sério e melancólico. Mario + Rabbids Kingdom Battle foi um desses, mas infelizmente não o joguei - por isso não me posso pronunciar sobre o seu valor. Porém, foi lançado um outro para a Nintendo 3DS, a única consola totalmente portátil que ainda resiste ao factor tempo. 

Mario & Luigi: Superstar Saga + Bowser's Minions é um remake do original Gameboy Advance de 2003. O que este jogo faz bem é relembrar-nos que a simplicidade pode ser um elemento a favor deste tipo de jogos, principalmente no seus combates por turnos. E se há um tipo de jogo que encaixa perfeição na portátil da Nintendo, são os jogos RPG japoneses, com alguns elementos de visual novel

A campanha extra não acrescenta muito ao modo principal, é a simplicidade levada ao extremo. Contudo, reforça a ideia que é possível introduzir comédia num género tipicamente sério, sem espaço para fazer rir quem joga. São inúmeras as horas em que estamos lado a lado com Bowser e os seus lacaios, num cenário estranho, fora do Reino Cogumelo, as situações são ainda mais inesperadas. É a Nintendo a celebrar a aleatoriedade e a criatividade que ainda é possível colocar numa série que muitos julgam estagnada.

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Classificação VideoGamer Portugal - 8/10

Este título foi uma verdadeira surpresa. Um dos melhores multijogador local para resolver puzzles a dois. É daqueles títulos onde temos de conversar com quem está ao nosso lado para levarmos a nossa progressão no sentido da conclusão de todos os puzzles. É daqueles jogos que é bom para se jogar com diferentes pessoas, para ver os resultados diferentes que conseguimos obter para a resolução do problema que nos é proposto

O título da londrina SFB Games, criadores de Detective Grimoire, parece simples e sem os dotes de complexidade de alguns jogos do mesmo género. Contudo, as pequenas tarefas que apresenta, a serem obrigatoriamente resolvidas por mais do que uma personagem, tornam-se grandes quando temos de ter alguma precisão e coordenação com quem controla a outra personagem. É possível jogar sozinho, mas é uma forma de jogar que não se recomenda. Cortar, inclinar e criar formas com estas personagem requer até alguma capacidade de raciocínio para chegar ao resultado pretendido.

A morfologia das personagens não foi escolhida ao acaso, são dois Joy-Con juntos que formam um corpo com braços e pernas são os dois Joy-Con que têm de trabalhar em conjunto, sem discussões, sempre em harmonia para se chegar ao objectivo pedido. Graças à física dos objectos e da própria personalidade das personagens, Snipperclips: Cut it out, together! é realmente divertido e original; um jogo para salientar o melhor que a Nintendo Switch tem para oferecer.

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Classificação VideoGamer Portugal - 9/10

O meu último título da Nintendo 3DS que coloco aqui, não é nenhuma surpresa para quem andou atento aos poucos lançamentos de grande relevância que a portátil recebeu ao longo do ano. A série Metroid regressou em força com Metroid: Samus Returns, um excelente vaticínio para Metroid 4 na Switch. Não só nos foi mostrado que é possível termos um bom Metroid numa plataforma Nintendo, como não é necessário colocar uma série indefinitivamente em hiato (como F-Zero, Golden Sun ou Sin & Punishment), há sempre uma perspetiva que pode ser explorada.

A madrilena MercurySteam já provou diversas vezes ter estofo para criar jogos complexos, a série Castlevania: Lords of Shadow foi o melhor exemplo da sua competência. Em Metroid: Samus Returns, somos convidados a explorar um complexo sistema subterrâneo de túneis para eliminar a ameaça da praga Metroid no planeta SR388. É sobretudo na exploração que Metroid mais brilha. Com muitos acessos a serem-nos bloqueados, temos de regressar por onde já passamos para avançar novamente. É esta progressão faseada que é uma excelente forma de nos manter interessados. E como acabamos por receber, pontualmente, uma nova peça de equipamento, a jogabilidade nunca fica estagnada.

O título da produtora de Raiders of the Broken Planet colocou uma fasquia bem alta para quem for ficar ao leme desta série tão apreciada pelos jogadores. Quem adorar atiradores e jogos que requerem alguma paciência e memória para voltar onde já passou, tem aqui o que é para mim o melhor título lançado na Nintendo 3DS em 2017. Muito se pode fazer com jogos da série Metroid e a produtora espanhola provou-o com este remake que tem a sua identidade original, como a da MercurySteam.

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Classificação VideoGamer Portugal - 9/10

A Monolith Soft. tinha muito para provar com Xenoblade Chronicles 2, depois do título lançado na Wii U se ter desviado do radar dos jogadores, pelo simples facto da consola doméstica ter obtido resultados muito fracos nas suas vendas. Joguei esta enorme obra e adorei-a, graças à sua narrativa cativante e à sua jogabilidade simples, mas com um toque de profundidade que só passadas algumas horas é que se torna evidente.

Aprecio bastante títulos RPG, nomeadamente os nipónicos; porque na maioria dos casos há uma preocupação com a história que é escrita. Xenoblade Chronicles 2 não foge à regra das narrativas japonesas, com uma aproximação aos melhores animes. Há obviamente alguns fundamentos de design levados ao exagero, o que não impossibilita a apreciação deste RPG. Aliás, estes elementos estão propositadamente presentes para defraudar expectativas pré-concebidas em relação ao carácter das personagens. Também o colecionismo que se pode fazer com algumas Blades é realmente genial, abrimos algo que se parece com as infames loot boxes e esperemos que nos calhe uma das raras Blades com um design mais trabalhado.

Xenoblade Chronicles 2 é um jogo que vos vai exigir muitas horas do vosso tempo disponível. E quanto mais horas investem, mais são recompensados com o que o título japonês tem para oferecer. É algo que esteve sempre ligado aos RPG, começar lentamente para nos serem reveladas grandes surpresas. Um grande RPG na Nintendo Switch que me faz querer que outras grandes editoras sigam o exemplo da Monolith Soft., com os seus títulos de maior dimensão mediática.

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Classificação VideoGamer Portugal - 8/10

A Nintendo não redefiniu os atiradores, mas sabe certamente que é possível fazer muito mais do que os habituais da Activision e EA já fazem há largos anos. Com Splatoon 2 temos um jogo que não coloca a nossa capacidade de aniquilar o inimigo como ponto fulcral do jogo, mas antes a nossa habilidade para pintar o cenário mantendo os inimigos longe do nosso domínio. 

É a conquista e manter o nosso território que Splatoon 2 faz tão bem. Há um largo arsenal para pintar que está disponível, são ferramentas de pintores que revelam a sua utilidade de diversas formas, para assim podermos assumir diferentes papéis no decorrer do jogo. As pistolas são muito versáteis, mas como não têm uma eficiência central são recomendadas aos novatos. É à medida que vamos conhecendo o nosso lugar naquele mundo de tinta e lulas, que sabemos muito bem como encarar todas as nossas partidas. 

O ponto alto do jogo é o multijogador, especialmente Salmon Run - aquilo que se intitula de Horde Mode em outros atiradores sem originalidade. Se têm amigos com quem podem jogar localmente com a Nintendo Switch, então Splatoon 2 é um jogo a ter. É bom vermos um ano colorido com os tons fortes de Splatoon 2, é pena que a comunicação online feita através da aplicação para smartphones seja a mancha do jogo. 

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Classificação VideoGamer Portugal - 9/10

Este é o primeiro título independente da minha lista. Só este e o jogo seguinte da minha lista é que têm origens humildes. Este jogo sueco é excelente, confere às suas mecânicas a diversão do jogo. É um jogo que, se pudesse, gostaria de explorar todos os seus recantos. 

O que melhor conseguiu fazer foi não viver de excessos. Um dos grandes mitos desta indústria é que um jogo é melhor se tiver mais conteúdo - algo que a Image & Form refuta com veemência. Com um objetivo básico, o de explorar e chegar aos pontos que nos são marcados no mapa, a série SteamWorld regressa com uma nova protagonista com o propósito claramente definido. Mas para lá chegar basta escavar como bem entendermos, somos o destino que nós próprios traçamos com a nossa picareta ou o nosso braço pneumático. 

É surpreendente a obsessão que cresce connosco, à medida que exploramos esta cidade robótica perto do colapso. Queremos todos os poderes disponíveis, queremos descobrir todas as passagens secretas que nos levam para uma relíquia perdida, queremos também apanhar todos os minerais preciosos que alimentam esta nossa vontade de ter mais do jogo, que com relativamente pouco, nos dá tanto. Um jogo que aconselho vivamente a adquirir na Nintendo Switch, ou em qualquer outra plataforma que esteja disponível.

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Classificação VideoGamer Portugal - 9/10

Como gosto de aventuras gráficas point’n’click espero, sinceramente, que Thimbleweed Park não tenha sido filho único tardio de Ron Gilbert. Este título é exatamente aquilo que os fãs de Monkey Island pediram, não o desastre que foi Broken Age. Novamente, os jogos não têm de ser sempre sérios ao ponto de nos darem só jogos focados num drama que não resulta tão bem como a comédia que é esta obra que reuniu os veteranos Ron Gilbert e Gary Winnick.

Em Thimbleweed Park foi entregue, precisamente, aquilo que os produtores prometeram na sua campanha de angariação de fundos: uma aventura perdida no tempo, ou seja, um jogo na mesma linha dos clássicos da LucasArts que tivesse ficado arrumado e esquecido na gaveta e reencontrado e lançado agora. Há sobrenatural, há mistérios para descobrir de uma cidade muito estranha (à la Twin Peaks) e personagens carismáticas, como um palhaço que quase só recorre ao uso de linguagem imprópria. O regresso das mecânicas de verbos, sem que tenhamos de apontar e clicar sem pensar minimamente como em muitos jogos mais recentes, é refrescante. Descobrir é uma conquista nossa, experimentar mexer em todos itens e elementos do cenário merece a nossa atenção, sobretudo por resultar em muitas piadas.

Jogar uma aventura gráfica não significa que temos toda a papinha feita e é praticamente só ver as cenas de ação a passar à nossa frente. Há um grande mistério para ser resolvido em Thimbleweed Park, um mistério que nem as mentes mais astutas conseguem adivinhar. E ao cair do pano sentimos uma satisfação enorme por termos resolvido e descoberto todos os enigmas que estavam nesta excelente comédia.

Imagens Top 10 2017 Filipe

Classificação VideoGamer Portugal - 10/10

A Nintendo Switch teve um ano de estreia fenomenal, tudo graças aos grandes jogos que foram lançados ao longo do ano. The Legend of Zelda: Breath of the Wild foi só um deles. Foi um dos melhores jogos de 2017, onde a criatividade de Super Mario Odyssey esteve bem mais evidente do que Breath of the Wild. Este capítulo na série Zelda, foi uma adaptação à modernidade dos videojogos contemporâneos. Sobrevivência, um mundo aberto para explorar e uma quantidade assinalável de conteúdo (com direito a uma expansão entregue duas vezes), são só alguns dos elementos que conferem a este jogo algo que já foi experimentado em muitos outros.

Contudo, Zelda é um jogo de dungeons. É um jogo em que a nossa capacidade de resolver puzzles é chamada para o progresso do jogo. Não somos obrigados a fazê-lo, mas evitar os santuários é evitar a melhor parte do jogo. E esta melhor parte tem o seu pináculo nas Divine Beasts que temos de domar para nos ajudar a derrotar Ganon. Breath of the Wild é também um jogo com um grande número de segredos para descobrir, nomeadamente os dos NPC. O elenco do jogo é memorável, mesmo sem este ter sido desenvolvido em termos narrativos. Mas é um elenco que está ligado a uma região, a uma cultura, às suas determinadas crenças para que Hyrule esteja novamente em paz. 

As armas que Link empunha foi um tema amplamente debatido nas redes sociais e fóruns. Como o já sublinhei na minha análise, isto permite que não estejamos dependentes de um único tipo de jogabilidade, a uma só forma de encarar o jogo. Eu sempre defendi que novas perspectivas oferecidas ao jogador só enriquecem a experiência, algo redutor num jogo deste calibre só teria um impacto negativo. 

Este novo capítulo na série Zelda dá esperanças ao seus jogadores para que seja entregue mais jogos deste tipo, ou a liberdade, hipotética, de se poderem criar um spin-off. Muito se tem escrito sobre The Legend of Zelda: Breath of the Wild e não é por acaso que este impulsionou as vendas da Nintendo Switch, estamos perante uma obra genial da Nintendo EPD.

Imagens Top 10 2017 Filipe

Classificação VideoGamer Portugal - 10/10

Odyssey é o apogeu da criatividade e, por consequência, da originalidade dos jogos da Nintendo. Mario não é o mesmo, continua a dar pulos acrobáticos como só ele sabe, mas aliado a Cappy, a personagem central das mecânicas do jogo, torna-se em qualquer inimigo para o qual Cappy se dirige. É um subverter daquilo que achamos normal ou natural num jogo da série Super Mario e é exatamente isso que o torna tão bom.

Vamos viajar na Odyssey não à procura de estrelas, mas à procura de luas. Há muitas para apanhar em cada um dos mundos e ainda mais quando a aventura principal for concluída. Mas é a forma totalmente livre e aleatória que torna esta atividade tão cativante. Pensei muitas vezes para mim: “E se tentar atirar o chapéu para ali?”, “Deixa ver se isto funciona como estou a pensar” ou “Será que preciso de um inimigo para atravessar aquele local?”. Super Mario Odyssey é como um laboratório das nossas experiências e o que é mais surpreendente, é que as minhas hipóteses funcionaram na maioria das vezes.

Há, como já o disse, muita criatividade que foi colocada no design dos mundos. Existe uma certa lógica com o qual temos de trabalhar para explorar e apanhar todas as luas, ou pelo menos as que são necessárias para viajarmos para um outro nível. Os bosses, nomeadamente o gangue dos coelhos, são fáceis após termos percebido o que é necessário fazer para os derrotar. Porém, a dificuldade sobe bastante quando temos de os defrontar mais uma vez, numa versão mais difícil dos originais.

Super Mario Odyssey vai ser relembrado pelos jogadores, tal como eles se recordam com saudades de Super Mario 64. Foi um jogo que chegou a uma consola com muito por provar, os produtores viram aquilo que Mario era capaz de fazer com a consola e quem venceu foram os jogadores que ficaram com um jogo fenomenal para a sua consola, ou seja, tiveram um retorno do seu investimento.

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