A produtora Naughty Dog encontrou em 2020 um ano em que assinou um dos exclusivos mais marcantes do catálogo da PlayStation 4. Foi em junho do ano passado que chegou ao mercado The Last of Us Part II. Agora, todavia, a casa de Santa Mónica está a dar passos para continuar o seu legado.

Neil Druckmann, co-presidente da produtora, recorreu ao Twitter para partilhar uma mensagem do estúdio onde fica em evidência uma lista com inúmeras ofertas de emprego, muito provavelmente apontando para um projeto que verá a luz do dia na PlayStation 5, a nova coqueluche da Sony.

Sem grande surpresa, Druckmann não avança quaisquer detalhes sobre o projeto (ou projetos), mas revela que será algo “muito porreiro”. Além de The Last of Us, a Naughty Dog assina também a série Uncharted. O último jogo numerado, Uncharted 4: A Thief's End, chegou ao mercado em 2016, seguindo-se Uncharted: The Lost Legacy no ano seguinte.

Poderá ser também uma remasterização da segunda parte de The Last of Us para a nova consola ou então algo completamente novo. A Naughty Dog, vale a pena não esquecer, não incluiu multijogador no novo The Last of Us, comentando em setembro de 2019 que os fãs acabarão por “eventualmente experienciar os frutos da ambição online da nossa equipa”.

“Venham trabalhar connosco! Estamos a fazer algo muito porreiro,” comentou então Druckmann na sua mensagem partilhada na rede social enquanto veiculou as ofertas de emprego que a produtora californiana tem disponíveis para o arranque de 2021.

Podem ler no final desta notícia todas as vagas publicitadas pela produtora, contudo, entre os destaques estão os cargos de animador de jogabilidade, artistas para personagens e para a iluminação das cinemáticas, editor de vídeo, produtor e designer de jogo. Isto revela, naturalmente, que há pelo menos um grande projeto a decorrer nos bastidores.

The Last of Us Part II está publicado em exclusivo na PlayStation 4 desde 19 de junho, 2020. O VideoGamer Portugal escreveu uma análise ao jogo, mencionando que é “uma ambiciosa aventura pelo pior da humanidade, nem todos os seus momentos narrativos resultam, mas é impossível ficar indiferente ao desenrolar destas vidas”.

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