A Nintendo Switch usa o que parece ser um processador Tegra X1 da Nvidia, correspondendo ao que a Nvidia usou no Shield TV em 2017, foi revelado pela desmontagem completa da consola feita pelo Tech Insights.

Apesar da performance do componente estar praticamente revelada, o que é interessante sobre esta revelação é que vai contra aquilo que foi dito pela Nvidia numa mensagem publicada no seu blogue.

Quando a Switch foi anunciada, antes de serem conhecidos os seus componentes, a Nvidia escreveu que:

“Criar um dispositivo tão divertido requer engenharia séria. O desenvolvimento incluiu os esforços do homem durante 500 anos em todas as facetas da criação de uma nova plataforma de jogos: algoritmos, arquitetura informática, design de sistemas, APIs, motores de jogo e periféricos. Tudo teve que ser repensado e redesenhado para a Nintendo proporcionar a melhor experiência aos jogadores, quer estejam na sala de estar ou em movimento.”

O blogue também informou que “a Nintendo Switch é alimentada pela performance de um processador Tegra personalizado”.

Os esforços da Nvidia parecem ter sido aplicados ao software personalizado para retirar o máximo de um componente já existente e não na personalização do Tegra.

“A experiência de jogo na Nintendo Switch é também suportada por software completamente personalizado, incluindo um motor de físicas melhorado, novas bibliotecas, ferramentas de jogo avançadas e bibliotecas. A Nvidia criou adicionalmente novas APIs de jogo para extrair completamente esta performance. A nova API, NVN, foi construída especificamente para levar jogos rápidos e leves até às massas,” disse a Nvidia.

A Nintendo Switch foi lançada globalmente dia 3 de março, vendendo suficientemente bem para a Nintendo duplicar os seus planos de produção, passando de 8 para 16 milhões durante o primeiro ano fiscal, segundos vários relatos.

Fonte: Tech Insights