Como foi amplamente divulgado, em setembro a Microsoft comprou a ZeniMax Media num negócio que rondou os 7.5 mil milhões de dólares.

A ZeniMax detém várias produtoras, incluindo a Bethesda, a id Software e a Arkane, entre outras, pelo que naturalmente uma das questões tem sido qual será o desfecho das futuras produções desses estúdios nas consolas que não são produzidas pela Microsoft.

Numa entrevista à agência noticiosa russa TASS, foi perguntado a Jim Ryan, CEO da Sony Interactive Entertainment (SIE), se havia a possibilidade de os jogadores PlayStation não terem oportunidade de experimentar o próximo jogo Elder Scrolls ou Starfield.

“Essa é uma decisão que não está nas nossas mãos, vamos esperar e ver o que acontece. Estou ansioso para aprender sobre isso. Simplesmente assumimos uma abordagem diferente,” começa por responder Ryan.

“O nosso ênfase tem sido focado num estável, lento, mas constante crescimento dos nossos estúdios, seletivamente sustentado por aquisições. Respeitamos os passos dados pela nossa competição, parecem lógicos e sensíveis,” acrescenta o CEO.

“Mas estamos igualmente contentes e confiantes, temos um alinhamento de lançamento melhor do que alguma vez tivemos em qualquer um dos nossos lançamentos de consolas,” refere ainda.

Relembre-se que Phil Spencer, responsável máximo pela divisão Xbox na Microsoft, afirmou o mês passado que após a aquisição da ZeniMax, The Elder Scrolls VI não precisa de ser publicado na PlayStation para que a empresa de Redmond recupere o investimento feito. Spencer acrescentou, todavia, que “queremos que mais pessoas sejam capazes de jogar videojogos”.

Nas consolas, Deathloop and Ghostwire: Tokyo serão exclusivos temporários PlayStation 5 e, apesar de a Microsoft deter agora as produtoras das duas obras, essa exclusividade será honrada. No caso de Deathloop, a nova PlayStation será a única consola onde o poderão jogar durante o primeiro ano após a sua publicação em maio, 2021.

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